Museu do Café, em Londrina | Crédito imagem: Ivo Lima
Eles são essenciais na preservação e na divulgação da nossa história e cultura, embora algumas pessoas ainda acreditem que seja apenas armazéns do passado. Os museus são verdadeiros centros de ensino, diálogo e inspiração.
No Paraná, estes espaços se destacam pelo compromisso com a memória local, atuando como pontes entre as tradições e as novas gerações, enriquecendo a identidade cultural do nosso estado.
Trazemos uma lista com os principais museus espalhados pelo estado, cada um com sua própria história e particularidades. Um exemplo marcante é o Museu do Café, inaugurado em agosto de 2023, que se tornou um ponto essencial para o resgate e para a valorização da cultura cafeeira.
Confira a relação completa e se sentir falta de algum museu, compartilhe conosco:
APUCARANA
Memorial Ucraniano – Anexo à Igreja Divino Espírito Santo
Museu David Carneiro
Museu de Apucarana
Telefone: (43) 3308-1419
Atendimento de segunda a sexta-feira, das 13h às 18h
Museu Histórico do Café – Público
Telefone: (43) 3440-1468
Atendimento de segunda a sábado, das 8h às 18h
Inaugurado em 2012 em Apucarana, funciona no prédio revitalizado da antiga estação ferroviária de Pirapó. Mantido pela Promatur, o espaço preserva a memória do “ouro verde” no Norte do Paraná, com um acervo formado por peças de pioneiros e seus descendentes. O projeto, realizado pelo Idepplan, garantiu a cessão do imóvel pelo IPHAN. O complexo ocupa uma área 17,9 mil m².
ARAPONGAS
Museu de Arte Histórica de Arapongas (MAHRA)
Praça Pio XII S/N – Centro
Telefone: (43) 3902-1764
Atendimento: Horário comercial, das 8h às 11h e das 13h às 17h
Apresenta a história da cidade sob a ótica de seus colonizadores, reunindo fatos, fotos, vestuários e objetos que evocam nostalgia. Além de preservar a memória local, o espaço oferece consultas a documentos, fotografias e informações históricas. Também promove palestras, exposições educativas, material para escolas e visitas guiadas, atendendo um público diverso interessado na história do município e da região.
ARAPOTI
Museu Imigrante Holandês – MIH
Rua: Geert Leffers
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h às 12h e das 13h às 17h e, aos sábados, das 13h às 17h
Telefone: (43) 98831-7611
O Museu Imigrante Holandês (MIH) é fruto de uma associação de 59 pioneiros holandeses e seus descendentes. A iniciativa para compra e readequação da construção da antiga fábrica se concretizou em 17 de fevereiro de 2005 com a fundação da Associação Parque Histórico de Arapoti (APHA), instituição mantenedora do MIH.
Tendo como um dos principais objetivos a preservação da história e da memória da colonização para as gerações futuras, através do trabalho de sua diretoria e de atuações voluntárias, o museu captou, com o passar dos anos, um acervo que contém na atualidade aproximadamente 2.820 itens tridimensionais (móveis, ferramentas, utensílios domésticos, máquinas e implementos agrícolas, etc), 3.180 itens bidimensionais (documentos pessoais e institucionais, correspondências, atas de reuniões, livros-caixa, mapas, etc) e 4.084 fotografias.
Hoje o MIH recebe visitas com uma periodicidade mais constante, ofertando serviços educacionais e culturais para a comunidade, em eventos abertos ao público em geral.
Fonte: Museu Imigrante Holandês
Museu do Trator
Rua Luiz Pinheiro – Propriedade de Harmanus Deen, s/n
Telefone: (43) 3557-1193
Visitação: Diariamente, das 9h às 18h
O Museu do Trator é uma exposição permanente dos tratores utilizados pelos holandeses desde que chegaram a Arapoti. O acervo conta com mais de 50 peças. O museu é um galpão que antigamente abrigava gado leiteiro na propriedade do holandês Harmanus Deen. Depois de anos trabalhando também com culturas na lavoura, o fazendeiro percebeu que poderia contar um pouco da história da evolução do maquinário que adquiriu. Com isso, é possível conhecer no local, ferramentas que antecedem aos tratores até as primeiras máquinas movidas a motor. São mais de 50 peças expostas. Quem visita o museu pode explorar ainda uma casa tipicamente holandesa preservada no quintal da propriedade.
Fonte: Guia das Artes
ARAUCÁRIA
Memorial da Imigração Polonesa Parque Romão Wachowicz
CAMPO MOURÃO
Museu Municipal Deolindo Mendes Pereira
CARAMBEÍ
Museu Parque Histórico de Carambeí
Avenida dos Pioneiros, 4.050
Telefone: (42) 98433-4639
Atendimento: Terça a domingo, das 10h às 17h
Inaugurado em 2011 nos Campos Gerais do Paraná, é o maior museu histórico a céu aberto do Brasil, com 100 mil m². Criado em homenagem ao centenário da imigração holandesa na região, reconstitui a antiga colônia que deu origem à cidade. Inspirado no modelo de ecomuseus escandinavos, reúne espaços interativos como a Casa da Memória, a Vila Histórica com arquitetura típica da Holanda, jardins, anfiteatro e áreas gastronômicas que preservam tradições holandesas. O parque oferece uma experiência imersiva, resgatando memórias e mantendo viva a cultura dos primeiros colonos.

CASCAVEL
Museu de Arte de Cascavel MAC – Paço das Artes
Rua Mato Grosso, 2.909 – Centro
Atendimento: Terças a Quintas-feiras, das 9h às 17h30; Sextas, das 9h às 21h, e Sábados e Domingos, das 11h às 16h30.
CASTRO
Museu do Tropeiro
Atendimento: De terça a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 12h30 às 17h. No primeiro domingo de cada mês, das 9h às 17h.
Com um acervo de mais de mil peças, o Museu do Tropeiro, primeiro no Brasil a resgatar a história e a memória do tropeirismo, foi inaugurado em Castro, em 1977.
Entre os objetos em exposição estão documentos, vestimentas, montarias, mapas, móveis de época, objetos sacros e pessoais dos antigos viajantes.
A Casa de Sinhara, localizada também em Castro, retrata a vida da mulher castrense no período do tropeirismo e, no prédio, é possível conhecer objetos, móveis e utensílios domésticos.

Museu Histórico de Castrolanda
Rua do Moinho, 244 | Colônia Castrolanda
Atendimento: De sexta a domingo e Feriados, das 13h às 18h
Telefone: (42) 99101-9098
O fim da 2ª Guerra Mundial, incertezas políticas, econômicas e a escassez de terras na Europa foram fatores motivadores para que famílias de holandeses deixassem o país de origem e buscasse se estabelecer no Brasil, nos Campos Gerais. Assim nascia a Colônia e a Cooperativa Agropecuária
Castrolanda, mantendo a tradição, a arquitetura, grupo folclórico, gastronomia e língua.
Em 2001 foi construído o Memorial da Imigração Holandesa, com uma réplica em tamanho original do moinho Woldigt, situado ao norte da Holanda.
O espaço abriga um salão para eventos, biblioteca, restaurante e loja de artesanatos e é aberto para visitação, de sexta-feira a domingo e aos feriados, das 13h às 18h.
Em novembro do ano passado foi inaugurado o Museu Histórico Castrolanda, representando uma casa de fazenda, característica da região nordeste da Holanda, de onde veio a maioria dos imigrantes. No espaço é possível conhecer como eram os cômodos das residências, objetos pessoais e, ainda, visitar uma exposição.

Casa de Sinhara
Atendimento: De terça a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 12h30 às 17h. No primeiro domingo de cada mês, das 9h às 17h.
A Casa de Sinhara, localizada também em Castro, retrata a vida da mulher castrense no período do tropeirismo e, no prédio, é possível conhecer objetos, móveis e utensílios domésticos.
CHOPINZINHO
Museu Histórico Municipal
Atendimento: Nas quartas e quintas-feiras, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h
CORNÉLIO PROCÓPIO
Museu de História Natural Mozart de Oliveira Vallim
Estrada da Margem de Ferro, 336 | Centro
Telefones: (43) 3904-1124 | (43) 3523-8099
Visitação: Terças a sextas-feiras, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h.
Museu Histórico Municipal
Rua XV de Novembro, 400 | Centro
Telefone: (43) 3904-1110
Visitação: Segundas a sextas-feiras, das 8h às 12h.
CORONEL VIVIDA
Museu do Martelo
Recanto das Cachoeiras | Linha Giordani
Telefone: (46) 99988-0751
Visitação: de terça à tarde a domingo, das 8h às 18h,
O Museu dos Martelo está instalado no Recando das Cachoeiras, na comunidade de Linha Giordani. Resultado da coleção pessoal de Plínio Poletto, conta com cerca de 1.400 martelos vindos de diferentes regiões do Brasil e de países como Alemanha, Argentina, França, Itália, Portugal e Uruguai. Poletto coleciona os objetos desde 1954.
CRUZEIRO DO OESTE
Museu e Laboratório de Paleontologia de Cruzeiro do Oeste
Rua Peabiru, nº 157 | Centro
Telefone: (44) 3674-4754
Com 500m2, o Museu e Laboratório de Paleontologia de Cruzeiro do Oeste conta com diversos fósseis de pterossauros (reptéis voadores) e conta a história arqueológica do município e do primeiro dinossauro paranaense, o Vespersaurus paranaensis.
CURITIBA
Museu Oscar Niemeyer (MON)
Rua Mal. Hermes, 999 | Centro Cívico, Curitiba
Telefones: (41) 3350-4468 / 3350-4448
Visitação: Terça a domingo, das 10h às 18h
Considerado o maior museu de arte da América Latina, com cerca de 35 mil metros quadrados de área construída, o MON figura há anos no ranking mundial das exposições mais visitadas, organizado anualmente pela Revista The Art Newspaper.

Museu do Expedicionário
R. Comendador Macedo, 655 | Alto da XV
Visitação: Terças-feiras a domingos, das 9h às12h e das 13h30 às 17h
Telefones: (41) 3362-8231 | (41) 3264-3931
Dedicado à participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial.
Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS)
Rua Barão do Rio Branco, 395 | Centro
Visitação: Terças a sextas-feiras, das 10h às 19h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h
Telefone: (41) 3232-9113
Acervo com fotos, vídeos e áudios da memória curitibana.
Museu Egípcio e Rosacruz Tutankhamon
Rua Nicarágua, 2.641 | Bacacheri
Telefone: (41) 3351-3024
Visitação: Terça a sexta-feira, das 10h às 16h30; sábados, domingos e feriados das 10h às 16h. Fechado às segundas-feiras.
Museu do Holocausto
Rua Cel. Agostinho Macedo, 248
Telefones: (41) 3093-7461 | 3093-7462
Visitação gratuita somente com agendamento prévio.
Museu do Comércio
Rua Visconde do Rio Branco, 969 – 2º andar, no Sesc da Esquina
Visitação: De segunda a sexta-feira, das 9h30 às 13h e das 14h30 às 19h. Agendamentos de escolas e grupos devem ser realizados pelo e-mail relacionamento.esquina@sescpr.com.br.
Telefone (41)3259-1350.
O espaço foi pensado e preparado para preservar a cultura do comércio paranaense; trazer curiosidades, documentos e maquinários sobre os mais diversos segmentos comerciais, receber exposições, eventos e a visitação do público.
O acervo de mais de 600 itens é relacionado aos modos de vida dos comerciários, utilizados na prática produtiva e também de objetos que retratam o produzir dos comerciantes paranaenses desde meados do século XIX até os dias atuais.
Os visitantes do museu poderão conhecer a evolução de maquinários, como a Central Telefônica da coleção Hermes Macedo que necessitava de telefonistas e operadores para transferir manualmente as ligações, passando pelo aparelho telefônico de disco que foi gradualmente substituído pelo telefone de teclas, que vigorou por muito tempo, mesmo na telefonia móvel.
A Família Glaser, proprietária do estabelecimento comercial com o maior tempo de atividade ininterruptas no estado, cedeu em comodato 88 itens aos Museu do Comércio, entre eles, uma caixa registradora datada do início do século XX, de fabricação da The National Cash Register Company (NCR), além de um arquivo de madeira do século XIX, com 24 gavetas, que servia para o armazenamento de livros, pastas, documentos e fotografias. Bianca Emanuelle Glaser Vidal Pinto, representante da Família Glaser, expressou a alegria em fazer parte da história do comércio do Paraná e destacou a importância de contribuir com a cessão de peças para o museu. “Temos ciência que precisamos ter o nosso passado em mente para podermos escrever um futuro melhor. Hoje a Glaser está quase na quinta geração de gestores e é uma alegria poder, depois de 137 anos, continuar de portas abertas”, exclamou Bianca.
Espaço Energia – Museu Copel
Rua Desembargador Motta, 2.347 | Centro
Telefones: (41) 3331-2218 | (41) 3331-4412
Temporariamente fechado

Museu Planeta Água
Avenida Victor Ferreira do Amaral, 1.760 | Tarumã
Visitação: De terça a sábado, das 10h às 17h, sendo a última entrada às 16h
Preocupado em sensibilizar a população sobre a importância da boa gestão dos recursos hídricos, o Museu Planeta Água integra espaços que reúnem experiências e informações sobre a ÁGUA, bem primordial para a existência da vida na Terra.
A museografia criativa e sensorial, proporcionada por diferentes suportes imersivos, como projeção mapeada, realidade aumentada, holografias, vídeos e sons, resulta em uma visitação ativa àqueles que mergulham nessa experiência.
Museu da Arte Contemporânea (MAC)
Funcionando temporariamente no Museu Oscar Niemeyer – Salas 8 e 9
Rua Marechal Hermes, 999 | Centro
Telefone: (41) 3323-5328 | 3222-5172
Visitação: De terças a domingos, das 10h às 18h
o Museu de Arte Contemporânea do Paraná a partir do decreto nº 18.447, de 11 de março, pelo então governador do Paraná, Paulo Pimentel. Funciona pelo período de um ano no Departamento de Cultura (na época sediado na Alameda Augusto Stellfeld), sob a direção de Fernando Velloso. No ano seguinte instala-se provisoriamente em um casarão na Rua 24 de maio. Neste período, ainda longe de ter uma sede ideal, o MAC promove eventos inéditos, como a comemoração dos 50 anos da Semana de Arte Moderna, em 1972.
Em 1974,o prédio da Rua Des. Westphalen, esquina com a Rua Emiliano Pernetta, ocupado anteriormente pela Secretaria de Saúde e Secretaria do Trabalho, é recuperado e adequado para abrigar o MAC. Construído em 1928 e considerado de estilo eclético, o imóvel é tombado como monumento histórico da cidade de Curitiba
Recolher, abrigar e preservar obras dos mais representativos artistas brasileiros, em especial os paranaenses, é a finalidade maior do MAC-PR. Em seu acervo estão cerca de 1.800 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, tapeçarias, instalações, vídeos, entre outras manifestações artísticas, provenientes de prêmios de Salões, aquisições e doações recomendadas pelo Conselho Consultivo. O museu realiza frequentemente exposições com obras do acervo, de artistas selecionados e convidados.
Além disso, a instituição busca ainda amparar, estimular e divulgar a criação contemporânea em diferentes modalidades, instituir cursos de aperfeiçoamento e extensão e promover intercâmbio cultural e artístico com outras entidades congêneres do país e do exterior.
O MAC conta ainda com uma biblioteca especializada em artes visuais e hemeroteca sobre artistas, instituições de arte, textos de crítica e outros assuntos relacionados à cultura, que integram o Setor de Pesquisa e Documentação. Já o Setor Educativo promove intercâmbio entre o MAC, as instituições educacionais e a comunidade em geral, com o objetivo de proporcionar uma maior participação nos seus eventos, despertar o hábito de frequentar o museu e o olhar para a arte contemporânea.
O prédio do MAC Paraná, um casarão no estilo eclético construído em 1928 e tombado pelo Patrimônio Histórico, entra em reforma em 2019 com mudanças necessárias para abrigar sua importante coleção e estar em consonância com a produção artística contemporânea. Junto à mudança física, a intenção é mostrar o acervo de formas sem precedentes, para trazer mais vozes e perspectivas para as exposições.
Desde a criação do museu, em 1970, até a gestão atual, o MAC cresceu a partir de um projeto ousado para tornar-se referência em pesquisa e documentação de arte no Paraná. O trabalho da equipe do museu garante uma apresentação artística inovadora, conectada com os anseios do público.
Neste período de reforma e restauro da sede, realizada sob todas as diretrizes da Coordenação de Patrimônio Cultural (CPC), o MAC está funcionando nas dependências do Museu Oscar Niemeyer (MON). Além de todos os setores e reserva técnica, as salas 8 e 9 do MON estão cedidas para as exposições dos museus, dinâmica que ocorrerá até o fim da reforma.
Fonte: Museu de Arte Contemporânea do Paraná
Museu Municipal de Arte de Curitiba (Muma)
Avenida República Argentina, 3.430 | Terminal do Portão
Telefone: (41) 3221-2535
Visitação: De terça a domingo, das 10h às 19h
Integrando o complexo do Portão Cultural, antigo Centro Cultural Portão, o MuMA – que foi inaugurado em 5 de maio de 1988 – tem o objetivo de preservar, conservar, guardar e divulgar o acervo de arte do Município, reunindo aproximadamente 3.800 obras das coleções Poty Lazzarotto, Andrade Muricy, Mohamed Ali El Assal, Cleusa Salomão, Jorge Carlos Sade e Ben Ami. Em 2000, o acervo foi enriquecido com a aquisição, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, de 94 obras de 12 artistas paranaenses – Dulce Osinski, Edilson Viriato, Eliane Prolik, Fábio Noronha, Geraldo Leão, Yiftah Peled, Jarbas Schünemann, Karina Weidle, Laura Miranda, Luciano Buchmann, Rogério Ghomes e Newton Goto -, que enfatizam a fase contemporânea, nos anos de 1980 e 1990, período no qual a produção do Paraná obteve reconhecimento nacional.
A Sala Célia Neves Lazzarotto abriga a exposição permanente intitulada “Coleção Célia e Poty Lazzarotto”, com obras pertencentes à coleção pessoal do casal e que passou a fazer parte do acervo da Fundação Cultural de Curitiba em 1986, mediante doação efetuada por Poty. São trabalhos de artistas de renome nacional e internacional como Picasso, Guignard, Portinari, Di Cavalcanti, Pancetti e muitos outros. O MuMA também recebe, em mais duas salas, exposições temporárias de nomes consagrados no cenário das artes plásticas.
O acervo está resguardado nas salas da reserva técnica, batizadas com o nome da artista plástica Guilmar Maria Vieira Silva, um dos expoentes da cultura paranaense, falecida em 2008. Nos anos de 1990, Guilmar foi responsável pelo acervo municipal, quando coordenou projetos de estruturação da reserva técnica, catalogação e acondicionamento das coleções. Por sua importância como bem cultural, o MuMA é cadastrado pela Prefeitura de Curitiba como Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP).
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba
Museu Paranaense (MUPA)
Rua Kellers, 289 | São Francisco
Visitação: Terça a domingo: das 10h às 17h30. Fechado às segundas-feiras.
Telefone: (41) 3304-3300
Fundado em 1876, o Museu Paranaense (MUPA) é o terceiro mais antigo do Brasil e hoje vive um processo de transformação. Além de resgatar sua própria história, busca se consolidar como instituição plural e engajada, aberta ao diálogo de diferentes perspectivas. Sua atuação atual conecta os núcleos tradicionais de arqueologia, antropologia e história com as artes e questões contemporâneas, promovendo reflexões sobre identidade, memória, sustentabilidade e cosmovisões. Com ações como curadorias compartilhadas, ocupações artísticas e programas públicos, o MUPA se afirma como espaço de patrimônio e experimentação, fortalecendo sua relevância cultural no Paraná e no país.
Museu Guido Viaro
Rua XV de Novembro, 1.348 | Centro
Telefone: (41) 3018-6194
O museu Guido Viaro existiu entre 1975 e 1995, pertencia à prefeitura municipal de Curitiba. Com o encerramento de suas atividades, o acervo ficou em posse da família do artista, que recebia muitos pedidos de escolas, universidades e estudiosos das artes para visitação. Em 2009 a família inaugurou o atual espaço, um dos poucos museus particulares da cidade. O museu abriga, além de uma vasta mostra da obra do artista Ítalo-brasileiro Guido Viaro (1897-1971), um anexo onde são realizadas em média 10 exposições temporárias por ano. Há também uma sala dedicada ao escritor curitibano Dalton Trevisan, que contém seus livros, traduções, filmes baseados em sua obra e estudos críticos, O museu desenvolve uma atividade cultural intensa, oferecendo visitas guiadas para escolas, universidades e grupos de interessados. O museu também é sede, desde 2011, do Cineclube Espoletta, que, sempre aos sábados, exibe filmes seguidos por debates. Há também muitos concertos de música, lançamentos de livros, saraus poéticos e diversas outras manifestações culturais abertas à comunidade.
Fonte: Museu Guido Viaro
Museu do Automóvel de Curitiba
Avenida Cândido Hartmann, 2.300 | Parque Barigui
Telefone: (41) 3335-1440
Visitação: De terça a sexta-feira, das 13h30 às 16h45; aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 12h, e das 13h30 às 17h45
Constituído por cerca de 150 veículos antigos sendo estes, constantemente alternados nas 70 vagas existentes no Museu do Automóvel.
Museu da Arte Indígena (MAI)
Avenida Água Verde, 1.413
Telefone: (41) 3121-2395
Visitação: De segunda a sexta-feira, das 10h às 17h30
Museu da Fotografia Cidade de Curitiba
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 | Solar do Barão | Centro
Telefone: (41) 3321-3260
Visitação: De terça a sábado, das 9h às 12h e das 13h às 18h e, aos domingos e feriados, das 12h às 18h
Inaugurado em 1998, o Museu da Fotografia foi o primeiro do gênero no Brasil e o segundo da América Latina. Em seu acervo estão aproximadamente mil e quinhentas imagens, assinadas por grandes nomes da fotografia brasileira como Sebastião Salgado, Claudia Andujar, João Urban, Luiz Braga, Bóris Kossoy, Walter Firmo, German Lorca, Vilma Slomp, Marcelo Buainain, Miguel Rio Branco, entre outros, que formam uma das mais representativas coleções da fotografia brasileira contemporânea.
O Museu da Fotografia mantém um calendário anual de exposições com obras do acervo, além de abrigar mostras de fotógrafos brasileiros e estrangeiros. Sede de grandes eventos internacionais, o Museu já recebeu exposições memoráveis e também disponibiliza suas coleções para a participação em eventos nacionais e internacionais de fotografia, por meio de parceria com as principais instituições mundiais da área, ocupando assim papel fomentador de extrema importância para a fotografia brasileira.
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba
Museu da Gravura Cidade de Curitiba
Rua Dr. Claudino dos Santos, 79 | Memorial de Curitiba
Telefone: (41) 3321-3367
Visitação: De terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h e, aos sábados, das 12h às 18h
Inaugurado em 1989, o Museu da Gravura possui um acervo de mais de cinco mil obras de artistas brasileiros e estrangeiros. Em seu acervo constam criações de Picasso, Louise Bourgeois, Joel Shapiro, Brice Marden, Andy Warhol, Kiki Smith, Isabel Pons, Oswaldo Goeldi, Waltércio Caldas, Calasans Neto, Amilcar de Castro, Cildo Meireles, Antonio Dias, Anna Bella Geiger, Tomie Ohtake, Daniel Senise, Mira Schendel, Luiz Carlos de Andrade Lima, Poty Lazzarotto, Fernando Calderari, Uiara Bartira, Denise Roman, entre outros.
O Museu da Gravura mantém um calendário anual de exposições temporárias de artistas brasileiros e estrangeiros que se expressam nas diversas técnicas da gravura além de abrigar mostras com obras do acervo. Foi palco de um dos mais importantes eventos do país – a Mostra da Gravura, que reunia os mais representativos nomes da gravura contemporânea.
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba
Museu da Arte Sacra (Masac)
Rua Claudino dos Santos, s/n | Igreja da Ordem | Centro
Telefone: (41) 3321-3226
Visitação: Terças a sextas-feiras, das 9h às 12h e das 13h às 18h e, aos sábados e domingos, das 9h às 14h.

Museu da Vida
Rua Jacarezinho, 1.691 | Mercês
Visitação: Terças a sextas-feiras, das 8h às 17h e, aos sábados e domingos, das 10h às 18h
Telefones: (41) 2105-0250 | 99999-2365
Com seis exposições internas e duas áreas de lazer ao ar livre, o Museu é uma iniciativa da Pastoral da Criança e foi criado para ser um espaço cultural, interativo, de encontros e de produção de saberes.
Preparado para receber de crianças a idosos, as exposições contêm elementos interativos que oferecem oportunidades variadas para as crianças e suas famílias e também retrata a história dos mais de 30 anos da Pastoral da Criança e de sua fundadora, Dra. Zilda Arns Neumann.
Todo mês o Museu da Vida prepara uma programação para os finais de semana que acontece das 15h as 17h, em que pais e filhos participam de brincadeiras desenvolvidas para que toda a família possa se divertir junta.
Fonte: Museu da Vida
Museu Ferroviário de Curitiba
Avenida Sete de Setembro, 2.775 | Rebouças
Telefone: (41) 3094-5300
Visitação: Segundas a quintas-feiras, das 10h às 22h, às sextas-feiras e sábados, das 10h às 23h, e aos domingos, das 11h às 22h
Situado no Shopping Estação, ocupa o espaço que, até 1972, abrigava a Estação Ferroviária da cidade. Inaugurado em 1982 e revitalizado em 2004, o museu apresenta um acervo diversificado, composto por peças originais, incluindo equipamentos ferroviários cotidianos.
A instituição conta com uma biblioteca que resguarda exemplares de livros, recortes de jornais e documentos históricos da Rede Ferroviária.
Com mais de 600 peças, o acervo do museu é singular, abrangendo itens curiosos, como um livro utilizado para a contabilidade da antiga estação, relógios, telefones, telégrafos, além de objetos do interior dos trens, como bagageiros, fechaduras e luminárias da época. Uma réplica de locomotiva a vapor também integra a exposição.
Partes do museu preservam características originais da antiga estação, como a bilheteria, mantida com mobília, lustres, pisos e forros originais. A Estação Ferroviária de Curitiba, inaugurada em 1885, foi crucial para a integração da cidade ao restante do país, marcando o fim do isolamento e impulsionando o desenvolvimento.
O museu, além de resgatar a memória ferroviária, contribui para a preservação do patrimônio histórico do Paraná.
Fonte: Shopping Estação
Museu Botânico Municipal de Curitiba
Rua: Engenheiro Ostoja Roguski, 690 | Jardim Botânico
Visitação: Das 8h às 11h30 e das 13h às 17h
O Museu Botânico Municipal é fonte de conhecimento para pesquisas científicas, estudos e divulgação da flora brasileira (a paranaense em especial) e mesmo mundial. Entre os exemplares constam até algas da Antártica, fungos e líquens.
Fundado em 28 julho de 1965, funciona na área onde está instalado o Jardim Botânico de Curitiba desde 1992, e é administrado pelo Departamento de Arborização e Produção Vegetal da Secretaria Municipal do Meio Ambiente.
Fonte: Secretaria Municipal de Meio Ambiente
Museu de História Natural do Capão da Imbuia
Rua: Benedito Conceição, nº 407 | Capão da Imbuia
Telefones: (41) 3313-5481 | 3313-5584
Visitação: De terças-feiras a domingos, das 9h às 16h45
Museu de Arte da UFPR (Musa)
Rua XV de Novembro, 695 – 1º andar
Telefone: (41) 3310-2603
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 9h às 12h e das 13h às 18h.
O MusA possui 364 obras no Acervo Museológico, registradas em livro tombo, inventariadas e catalogadas. Além de um acervo bibliográfico especializado em Artes com mais de 700 títulos e um acervo documental sobre artistas paranaenses e temáticas relacionadas ao acervo, todos abertos a pesquisa.
Consultas ao acervo: musa@ufpr.br.
Museu da História da Medicina do Paraná
Praça Rui Barbosa, 694 | Centro
Telefone: (41) 3320-3502
Visitação: De segundas-feiras a sábados, das 9h às 18h30
O MHMPR conta com um vasto acervo de mais de 3.500 objetos, divididos em coleção médica, farmacêutica, sacra, histórica e outras. O acervo reúne objetos incríveis, como o pulmão de aço, e é fruto de uma parceria entre a Santa Casa de Curitiba e a Associação Médica do Paraná.
Fonte: Museu da História da Medicina do Paraná
Museu Clarentiano de Curitiba (MCC)
Avenida Presidente Getúlio Vargas, 1.193 | Rebouças
Telefone: (41) 3307-7764
Inaugurado no dia 16 de outubro de 2011, o Museu Claretiano de Curitiba (MCC) é destinado à divulgação e preservação da memória e história da Congregação Claretiana. Em seu acervo, conta com diferentes coleções e vários suportes, como imagens sacras, objetos cerimoniais, instrumentos musicais e de pesquisa biológica, objetos pessoais, CDs, LPs, fitas K-7 e VHS, fotografias, documentos administrativos, documentos sacros e de ritualística, agendas, cartazes, mapas, partituras, livros, revistas, periódicos científicos, jornais, atas e uma enormidade de suportes manuscritos das mais diversas origens. As temáticas contempladas partem da vida e obra de Antônio Maria Claret, passando pela história da congregação desde a sua fundação na Espanha — em 1849 — até a chegada às Américas, além de dar amplo destaque à história da Paróquia do Imaculado Coração de Maria, em Curitiba. Alguns ilustres personagens Claretianos também recebem destaque, como o Padre José Penalva — teólogo, musicista, compositor e criador do coral Madrigal — e o Padre Jesus Moure — entomólogo que recebeu do governo brasileiro a medalha “Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico” —, entre outros.
Fonte: Claretiano
Museu Paranaense de Ciências Forenses
Avenida Visconde de Guarapuava, 2.652 | Centro
Agendamentos: museuforense@policiacientifica.pr.gov.br
Fundado em 1910 como Museu do Crime, com o intuito de armazenar objetos relacionados a delitos, passou a ser chamado de Museu Paranaense de Ciências Forenses em 2022.
O espaço é dedicado a preservar a história da Polícia Científica do Paraná e divulgar as ciências forenses. Seu acervo inclui instrumentos e equipamentos de perícia, além de livros, documentos, fotografias, ossos e outras peças anatômicas.
Além das salas de exposição, o museu também abriga o Antigo Necrotério, espaço utilizado entre os anos de 1975 e 2018.
Fonte: Polícia Científica do Paraná
Museu do Telefone
Rua Prof. Lycio Grein de Castro Vellozo, 191 | Mercês
Telefone: (41) 3339-7613
Visitação: diariamente, das 10h às 17h30
Localizado no térreo da Torre Panorâmica, em Curitiba, o Museu do Telefone tem vários aparelhos que contam a evolução da telefonia.
Museu Nacional do Espiritismo (Munespi)
Rua Guilherme Ihlenfeldt, 663 | Bacacheri
Contato: coordenacao@munespi.org.br
Visitação: Às quartas-feiras, das 20h às 22h e, aos sábados, das 16h às 18h
Fundado em 1965, o acervo do O acervo do Munespi compreende objetos e documentos relativos à História do Movimento Espírita Brasileiro e de seus principais Médiuns, bem como o produto resultante do processo mediúnico: Fotografias, Gravações em Fitas Magnéticas, Psicografias, Psicopictografias, Materializações , etc.
Museu da Periferia (Mupe)
Rua Francisco José Lobo, 913 | Sítio Cercado
Museu de Ciências Naturais da UFPR (MCN)
Avenida Coronel Francisco Heráclito dos Santos, 100
Telefone: (41) 3361-1645
O Museu de Ciências Naturais (MCN) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) é um museu universitário referência na área de Ciências Biológicas e História Natural no Estado do Paraná. Inaugurado em 1994, atende como público prioritário professores e estudantes de escolas de Educação Básica. Trata-se de um museu de relevância educacional, histórica e política. Atuou diretamente na fundação da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC) e faz parte da Rede Paranaense de Coleções Biológicas (NAPI TaxOnline) e do NAPI Paraná Faz Ciência. Além da coleção expositiva, possui um acervo científico para consulta de pesquisadores. Na exposição, são encontrados representantes vivos de organismos da nossa fauna e da flora, materiais preservados e expostos em meio líquido ou seco (taxidermizados, exsicatas e esqueletos), além de réplicas. As informações são apresentadas utilizando banners, painéis, infográficos e vídeos.
Fonte: Paraná Faz Ciência
Museu do Corpo de Bombeiros do Paraná
Rua: Nunes Machado, nº 100 | Centro
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 9h Às 11h30 e das 13h às 16h.
Inaugurado em outubro de 2019, no quartel do Comando do Corpo de Bombeiros em Curitiba, o Museu do Corpo de Bombeiros preserva e apresenta mais de um século de história da corporação no Paraná. O espaço reúne documentos, uniformes, instrumentos de trabalho, fotos, troféus e viaturas antigas — incluindo a primeira usada em Curitiba, de 1912, da marca inglesa Merry Weather.
Entre os destaques estão os documentos de fundação da corporação, originada em 1897 a partir dos Bombeiros Voluntários da Sociedade Teuto-brasileira, e oficializada em 1912 graças a uma doação de um cidadão que ganhara na loteria. O acervo também guarda registros marcantes, como o capacete derretido de um bombeiro que atuou em um incêndio em 2000, além de memórias de grandes operações, como o incêndio de 1963 e a explosão do navio Vicunha, em 2004.
Com entrada gratuita, o museu funciona de segunda a sexta-feira e tem como objetivo valorizar a memória da corporação e sua importância na história do Paraná.

Museu de Zoologia da PUC-PR
Rua Imaculada Conceição, 1.155 | Prado Velho
Telefone: (41) 3271-1490
Visitação: De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
O Museu de Zoologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná conta com um acervo de aproximadamente 10 mil espécies de vertebrados e invertebrados, onde o visitante consegue observar esqueletos, além de animais taxidermizados ou de espécies conservadas em meio líquido, além de m ovos de aves e répteis, peles, entre outras peças. Iniciou suas atividades em 1945 e atualmente pode ser visitado com mediadores, dependendo da disponibilidade técnica. As ações de educação museal podem ser nas áreas de biodiversidade, evolução, zoologia e taxonomia.
Fonte: Paraná Faz Ciência
Museu da Limpeza Profissional (Facoop)
Rua Mateus Leme
Contato: museu@facop.org.br
Casa João Turin
Rua Mateus Leme, 38 | São Francisco
Telefone: (41) 3223-1182
Casa João Turin foi inaugurada em 1989, com o objetivo de preservar o acervo do artista. Além da exibição permanente do acervo, a Casa João Turin promove exposições temporárias de artistas escultores e projetos de interação museu/escola.
Fonte: Guia das Artes
Casa Romário Martins
Rua Largo Coronel Enéas, 48 | São Francisco
Telefone: (41) 3321-3255
Visitação: De terças a sextas-feiras, das 9h às 12h e, aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 15h
A Casa Romário Martins é o último exemplar da arquitetura colonial portuguesa no centro de Curitiba. Foi construída no século XVIII e desde 1973 funciona como um espaço cultural. Seu nome é uma homenagem ao cronista e historiador Alfredo Romário Martins.
Fonte: Turismo Curitiba
Casa Andrade Muricy
Alameda Dr. Muricy, 915
Telefone: (41) 3321-4798
Visitação: De terças a sextas-feiras, das 10h às 19h e, aos sábado e domingos, das 10h às 16h
Museu Casa Alfredo Andersen (MCAA)
Rua Mateus Leme, 336 | São Francisco
Telefone: (41) 3222-8262
Museu dedicado ao artista com mesmo nome.
Centro de Memória do Tribunal Regional do Trabalho 9ª Região
Alameda Carlos de Carvalho, 528, Curitiba/PR
Telefone: (41) 3310-7741
O Centro de Memória é responsável pela guarda do acervo histórico da Justiça do Trabalho paranaense. Está localizado no centro de Curitiba, em prédio histórico que sediou o Clube Rio Branco. Em 17 de junho de 2010, o espaço foi inaugurado.
Gibiteca
Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 | Solar do Barão | Centro
Telefone: (41) 3321-3250
Visitação: De terças-feiras a sábados, das 9h às 12h e das 14h às 18h
Espaço democrático, que reúne ilustradores, designers, artistas plásticos, pesquisadores, professores, estudantes e simples amantes dos quadrinhos, a Gibiteca de Curitiba é um centro cultural efervescente e dinâmico. O local dispõe de mais de 32 mil títulos de todos os gêneros de histórias em quadrinhos, para consultas, além de abranger outras iniciativas, entre elas cursos, oficinas de criação, exposições, palestras, lançamentos e encontros de RPG (Role Playing Game), envolvendo o que há de melhor na produção brasileira e internacional. Grandes nomes da HQ brasileira como Laerte, Angeli, Glauco, Luiz Gê, Primaggio, Malavoglia & Garfunkel, entre outros, estiveram na Gibiteca, trocando informações com a nova geração de cartunistas. Aos poucos, artistas curitibanos também foram despontando no cenário nacional e hoje têm seus desenhos e histórias estampados em jornais e revistas de todo o Brasil.
Criada em 1982, a Gibiteca de Curitiba teve como primeiro endereço uma das salas da Galeria Schaffer. Depois, em 1988, transferiu-se, para o Centro Cultural Solar do Barão, onde permanece até hoje. Toda a gama de gibis infantis, heróis, humor, terror, cartuns, fanzines, mangás e exemplares estrangeiros faz do acervo da Gibiteca uma fonte valiosa para pesquisas. Nele estão guardados exemplares do personagem “Gibi”, nome que mais tarde foi apropriado para designar as revistas em quadrinhos. Há também as primeiras edições de “Tico-tico” e “O Globo Juvenil” (os mais antigos são datados de 1942), as primeiras edições nacionais de Batman e Capitão América, da década de 1950, além de uma coleção completa do Pasquim. A Gibiteca editou 15 números do Gibitiba, dando oportunidade aos jovens desenhistas de mostrar suas criações. Semanalmente acontecem no espaço eventos gratuitos como lançamentos de quadrinhos, palestras, debates, workshops, e encontros de RPG. A Gibiteca também fomenta a produção local através da sua incubadora disponível à comunidade com equipamento digital. É parceira de grandes eventos como a Bienal de Quadrinhos, Shinobi Spirit, Geek City, Jedicon, Matsuris, Trekcon, Maltão encontro de ilustradores, Zombie Walk, Festival Estronho, Jogarta, Literatiba, RPG World Festival, NANU entre outros e produz Bienalmente a Traços Curitibanos, panorama histórico e atual da produção local.
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba
Memorial do Rio Iguaçu
Avenida: Comendador Franco, s/n | Uberaba
Visitas: De terças a domingos, das 9h às 17h
Agendamentos: visitas@sanepar.com.br
O Memorial do Rio Iguaçu, espaço de educação ambiental, localizado às margens do Rio Iguaçu, em Curitiba, está aberto à visitação pública, de terça a domingo, das 9h às 17h.
O local é mantido pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e é um ótimo programa para estudantes, a partir de seis anos de idade. As visitas podem ser agendadas pelas escolas, inclusive de educação infantil. Grupos diversos com mais de 20 pessoas também podem agendar visitas com guia.
No Memorial, é possível conhecer o maior rio do Paraná a partir dos aspectos históricos, geográficos, sociais e, também, das propostas de ações sustentáveis para a Bacia do Rio Iguaçu, compreendendo toda a sua extensão, desde as nascentes próximas a Curitiba até as Cataratas, em Foz do Iguaçu.
Além da exposição permanente sobre a história do Rio Iguaçu, há atualmente outras duas exposições no local, uma sobre os caminhos do esgoto e outra sobre resíduos sólidos. O Memorial também tem uma sala multimídia e um auditório, com capacidade para 120 pessoas, onde são promovidos cursos de capacitação, palestras e eventos voltados à temática ambiental.
Fonte: Sanepar
Memorial do Coritiba
Rua Ubaldino do Amaral, 37 | Alto da Glória
Telefone: (41) 3218-1909
Espaço conta a história coxa-branca, títulos, troféus e a exposição exclusiva do recorde mundial de vitórias.
Memorial de Curitiba
Rua: Claudino dos Santos, 79 | Centro
Telefone: (41) 3321-3313
Visitação: Terças a sextas-feiras, das 9h às 12h e das 13h às 18h e, aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 15h
O Memorial de Curitiba é um espaço moderno, concebido para abrigar atividades culturais múltiplas, incluindo exposições e apresentações cênicas e musicais, e preservar e expor a história da cidade. O espaço também é utilizado para seminários, palestras, oficinas, congressos, lançamentos de livros, entre outras atividades. Suas instalações compreendem salas de exposições (Salão Paranaguá, Salão Paraná e Salão Brasil), um auditório de 144 lugares (Teatro Londrina), o Mirante do Marumbi e uma praça interna para grandes eventos (Praça do Iguaçu).
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba
Casa Culpi – Memorial da Imigração Italiana
Avenida Manoel Ribas: 8.450 | Santa Felicidade
Visitação: De terças a sextas-feiras, das 10h às 18h e, aos sábados e domingos, das 9h às 15h
Telefone: (41) 3370-1573
A Casa Culpi abriga um acervo sobre a imigração italiana em Curitiba. O local conta com mobiliário, equipamentos agrícolas, utensílios domésticos e fotografias que ilustram a vida dos colonos no passado. O espaço, inaugurado em 1º de abril de 1990, fica em uma casa de 1887, que já foi residência e comércio de Giovanni Baptista Culpi e sua família.
Fonte: Guia das Artes
Memorial Árabe
Praça Gibran Khalil Gibran | Centro
Telefone: (41) 3324-2456
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h às 12h e das 13h às 17h e, aos sábados, das 9h às 13h
Homenageando a cultura do Oriente Médio, funciona como biblioteca especializada. O prédio lembra o estilo arquitetônico das edificações mouriscas por elementos como a abóbada, as colunas, os arcos e os vitrais.
Com pouco mais de 140 metros quadrados de área construída, o Memorial tem o formato de um cubo e está colocado sobre um espelho d’água. No interior da construção, sobre um pedestal de mármore, está a escultura representativa do escritor Gibran Kalil Gibran.
Fonte: Turismo Curitiba
Memorial Africano
Rua: Lothário Boutin, 374 | Pinheirinho
Visitação: Diariamente
A Praça Zumbi dos Palmares, de aproximadamente 21.600 metros quadrados, abriga o Memorial Africano, inaugurado em 2010. Com um grande portal na entrada principal, possui 54 colunas representando os países do continente. As colunas de quatro metros de altura levam o nome de cada País, a bandeira e a localização no território africano. As descrições e desenhos são feitos em azulejos. Além das 54 colunas, outras duas, amarelas, com o dobro do tamanho das demais, completam o portal e simbolizam a educação e a cultura. Um mosaico de pedras nas cores preto, branco e vermelho forma o mapa do continente africano, com o desenho dos países.
A Praça Zumbi dos Palmares homenageia o líder do Quilombo dos Palmares. A praça conta com espaço para eventos e ampla estrutura para atividades físicas.
Fonte: Turismo Curitiba
Memorial da Imigração Germânica
Rua Niccolo Paganini, 282 | Vista Alegre | Bosque do Alemão
Visitação: diariamente, das 6h às 19h | Casa Encantada: De terças a sextas-feiras, das 8h às 12h e das 13h às 17h e, aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 17h.
Em Curitiba, em uma área de 38 mil metros quadrados, no bairro Vista Alegre, está localizado o Bosque do Alemão, antiga propriedade da família Schaffer. No local onde funcionou uma leiteria tem-se hoje uma homenagem à cultura alemã, com referência ao compositor clássico Bach, uma réplica de uma igreja presbiteriana, torre de observação e um percurso na mata que conta a história de João e Maria, personagens dos irmãos Grimm. A história da família foi contada em livro por um de seus mais notáveis integrantes, o falecido geólogo João José Bigarella, Schaffer pelo lado materno. A colonização alemã em terras paranaenses foi pródiga, muito devido aos cuidados tomados na organização dos empreendimentos. “Junto com os imigrantes vieram médicos, naturalistas, engenheiros, músicos, professores, agrônomos, que ajudaram, aconselharam, administraram e dirigiram as colônias”, Bigarella no livro Fragmentos Étnicos.
Memorial da Imigração Polonesa
Rua: Euclides Bandeira, s/n | Bosque João Paulo II | Centro Cívico
Telefone: (41) 3313-7194
Visitação: Terças-feiras a domingos, das 9h às 18h
Localizado no Bosque do Papa, uma área verde de 46 mil m2, no Centro Cívico, o Memorial Polonês é um museu ao ar livre, composto por sete casas construídas com troncos de pinheiros encaixados, típicas da imigração polonesa. As casas abrigam um museu de móveis e utensílios domésticos utilizados pelos imigrantes (como a pipa de azedar repolhos), a capela de Nossa Senhora de Czestochowa, um quiosque para a venda de artesanato e produtos típicos, e espaços para eventos e exposições.
O Memorial oferece o contato com as tradições dos imigrantes poloneses – sua arte, suas crenças, seus hábitos. Durante o ano são realizadas várias festas típicas como a “Swieconka” (Benção dos Alimentos), no Sábado de Aleluia, o aniversário da visita do Papa a Curitiba, em julho, a festa em homenagem à Nossa Senhora de Czestochowa, em agosto, e o Natal polonês, em dezembro.
O Memorial da Imigração Polonesa foi inaugurado em 13 de dezembro de 1980, após a visita do Papa João Paulo II a Curitiba. As sete casas de troncos, originais, vieram transferidas das antigas colônias de imigrantes Tomás Coelho (município de Araucária) e Muricy (município de São José dos Pinhais). A casa que abriga a Capela em homenagem à Nossa Senhora de Czestochowa, padroeira da Polônia, foi abençoada pelo papa na Missa celebrada no Estádio Couto Pereira, em julho de 1980. Em 1991, foi inaugurado o Portal Polonês, na rua Mateus Leme, um marco dos 120 anos da chegada dos primeiros imigrantes poloneses ao Paraná.
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba

Memorial da Imigração Japonesa
Avenida Sete de Setembro, 5.123 | Água Verde | Praça do Japão
Telefone: (41) 3244-7463
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h às 18h, e aos sábados e domingos, das 9h às 13h.
Numa área bem arborizada de 14 mil m², no bairro de Água Verde, está a Praça do Japão. Uma homenagem à imigração japonesa em Curitiba. Seu projeto foi iniciado em 1958 e a Praça concluída em 1962. Uma reforma, em 1993, incluiu o Portal Japonês e o Memorial da Imigração Japonesa.
A Praça do Japão segue as linhas tradicionais dos jardins japoneses. Possui lago de carpas, 30 cerejeiras enviadas do Japão, cerimônia de chá (às quintas) e biblioteca.
Fonte: Guia das Artes
Memorial da Imigração Ucraniana
Rua: Dr. Mba de Ferrante, s/n | Parque Tingui | São João
Telefone: (41) 3321-3247
Visitação: Diariamente, das 10h às 12h e das 13h às 18h
Além da ampla área verde do Parque Tingui, o visitante se depara, logo na entrada, com o portal e, mais adiante, a réplica da antiga capela de São Miguel, da Serra do Tigre, município de Mallet-PR, com sua cúpula dourada, construída em madeira, em estilo bizantino, onde há uma exposição permanente de pêssankas (ovos pintados à mão), ícones e bordados. Ao lado da capela está o campanário, que simboliza a integração à nova terra e a importância da religião como mantenedora da unidade cultural. Numa casa típica da arquitetura ucraniana funciona a loja de souvenirs, onde são vendidos produtos artesanais. O Memorial possui um palco e uma pêssanka gigante, feita pelo artista Jorge Seratiuk. Manifestações folclóricas e festas típicas da etnia acontecem com apoio da Fundação Cultural de Curitiba e da comunidade ucraniana: a Bênção dos Alimentos (no Sábado de Aleluia), a Festa Nacional da Ucrânia (em agosto), a Festa da Colheita (em outubro) e a Festa de São Nicolau (em novembro).
Inaugurado em 26 de outubro de 1995, em homenagem ao centenário da chegada dos imigrantes, o Memorial da Imigração Ucraniana, localizado dentro do Parque Tingüi, é um tributo à contribuição desse povo à cultura do Estado. Oito famílias de ucranianos chegaram ao Paraná em 1891, fixando-se na Colônia Santa Bárbara, entre Palmeira e Ponta Grossa, mas foi só a partir de 1895 que as grandes levas de imigrantes fixaram-se nos arredores de Curitiba e, mais tarde, em Prudentópolis e Marechal Mallet. Estima-se que até 1914 cerca de 45 mil imigrantes ucranianos tenham chegado ao Paraná. O monumento principal do Memorial é a réplica da igreja ucraniana de São Miguel, na Serra do Tigre (município de Mallet), uma das mais antigas do país.
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba
Memorial Inglês – Parque Municipal Gomm
Rua: Bruno Filgueira, 666 | Batel
Visitação: Diariamente, das 6h às 22h
Curitiba tem um pedaço do discreto charme da Inglaterra, das tradições e da cultura do seu povo, em pleno coração do bairro Batel. É o Parque Municipal Gomm, situado entre o Shopping Batel e a Casa Gomm, antiga residência desta família, que chegou a sediar o Consulado Britânico, e é bem tombado pelo Patrimônio Histórico de Curitiba.
Nove anos depois de inaugurado, o Consulado da Inglaterra pediu e aquela área foi revitalizada pela equipe do Departamento de Parques e Praças, para a implantação do Memorial Inglês. As obras e serviços contaram com o apoio e a participação de muitos cidadãos do entorno, interessados que o parque mantivesse suas características anteriores.
Os moradores do Batel têm grande apreço pelo conjunto formado por bosque, com mais de uma centena de espécies, entre elas, muitas araucárias; e a casa de 2013, amarela, de madeira, com dois andares e um sótão, cercada por amplo gramado, onde despontam canteiros de lavandas. Além de fazer parte de sua história, valorizam a área por ser coberta por vegetação, em bairro densamente habitado e bem próximo ao centro.
Fonte: Prefeitura de Curitiba
Memorial da Segurança no Transporte no Brasil
Rua: Eduardo Sprada, 6.447 | Cidade Industrial de Curitiba
Telefone: (41) 3077-4206
Visitação: De quarta-feira a sábado, das 9h às 17h (entrada permitida até às 16h15). Entrada gratuita e somente com agendamento.
O Memorial da Segurança no Transporte é um espaço único no Brasil. Reúne história e tecnologia para oferecer aos visitantes experiências que mudam comportamentos no trânsito. Conta com simulador de capotamento e de crash-test, bafômetro e ônibus biarticulado suspenso.
Fonte: Memorial da Segurança no Transporte
Memorial Paranista
Rua: Mateus Leme, 4.700 | São Lourenço
Telefone: (41) 3313-7191
Cultura e sustentabilidade reunidos no maior jardim de esculturas do Brasil Valorização da arte, da natureza e da história estão sempre presentes nas iniciativas urbanísticas de Curitiba. E no Jardim das Esculturas isso não é diferente. Uma área de 6 mil m², dentro do Parque São Lourenço, revitalizada com elementos de paisagismo, da arquitetura Paranista e fontes de água, reúne 15 obras em proporções heroicas, reproduzidas em bronze, do artista paranaense João Turin. O destaque maior vai para a Obra Marumbi, com seus 3 metros de altura e aproximadamente 700 kg. No mesmo espaço, os visitantes ainda podem conhecer as reproduções das fachadas da Casa Paranista e do Ateliê do João Turin.
Fonte: Prefeitura de Curitiba
Memorial do Ministério Público do Estado do Paraná
Rua Marechal Hermes, 820 | Juvevê
Funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 12h às 19h
O Memorial é a unidade organizacional responsável por recuperar, conservar e divulgar a história do Ministério Público do Estado do Paraná e das pessoas que por meio da instituição serviram e servem à sociedade paranaense, esforçando-se em defender o interesse público. Cerca de 100 anos após a criação do MPPR, ocorrida em 15 de junho de 1891, as primeiras iniciativas de preservação da memória institucional demonstraram a importância de se conhecer e estudar o passado, pois assim é possível entender melhor o presente da instituição e pensar seu futuro.
Fonte: Ministério Público do Paraná
DOIS VIZINHOS
Museu Regional da Agricultura (MRA)
Estrada para Boa Esperança, Km 4
Em criação
O Museu Regional da Agricultura é um projeto que se encontra em desenvolvimento há três anos. O projeto, apresentado pela Associação de Amigos, com o apoio da UTFPR, também foi aprovado na Lei de Incentivo à Cultura, antiga Lei Rouanet, que autorizou a captação de recursos oriundos da dedução de Imposto de Renda de Pessoas Físicas e Jurídicas, por meio do Pronac 205191, disponível em http://versalic.cultura.gov.br/#/projetos/205191. Cerca de 90% do valor previsto já foi captado, oriundo de doações de servidores da universidade e de empresas.
Fonte: Museu Regional da Agricultura
ENTRE RIOS
Museu Histórico de Entre Rios
Avenida Michael Moor, 1.951 | Colônia Vitória
Telefones: (42) 3625-8326 | 3625-8320
Visitação: De terças a sextas-feiras, das 9h às 12h e das 13h às 17h e, aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 12h e das 13h às 17h30
O Museu Histórico de Entre Rios é dedicado à preservação e divulgação do exemplo deixado pelos Suábios do Danúbio que, na união, no trabalho, na tradição e na perseverança reconstruíram seu próprio destino.
Fonte: Museu Histórico de Entre Rios
FRANCISCO BELTRÃO
Museu da Colonização
Avenida União da Vitória, 2.283 | Vila Nova
Parque de Exposições Jayme Canet Júnior
Telefone: (46) 3524-4441 | 98816-5936
O Museu da Colonização, localizado nas dependências do Parque de Exposições Jayme Canet Júnior, é um dos bens históricos, arquitetônicos e culturais mais significativos de Francisco Beltrão, tombado por meio da Lei Municipal nº 3869/2011.
Sua sede é uma casa de madeira construída em 1953, durante o período da colonização do Sudoeste do Paraná pela CANGO – Colônia Agrícola Nacional General Osório, instituída pelo então Presidente Getúlio Vargas. O imóvel foi originalmente projetado e construído pelo mestre-marceneiro João Puchewski, a pedido de Glauco Olinger, que substituiu o Dr. Eduardo Virmond Suplicy na administração da CANGO.
Fonte: Prefeitura de Francisco Beltrão
Ecomuseu Jorge Baleeiro de Lacerda
Rua Marília, nº 251 | Padra Ulrico
Telefone: (46) 99104-7711
Visitação: De segundas a sextas-feiras para visitas escolas, mediante agendamento e, aos sábados, das 14h às 17h, para o público em geral
Localizado no Parque Florestal Irmão Cirilo o Ecomuseu Jorge Baleeiro de Lacerda é um espaço de aprendizado. O prédio do Ecomuseu tem 504 metros quadrados e possui exposição de animais taxidermizados que fazem parte do Bioma Mata Atlântica, imagens das cheias históricas de Francisco Beltrão, animais conservados em formol, memorial indígena, acervo em homenagem a Jorge Baleeiro, e auditório com 85 lugares, além dos ambientes administrativos.
A ideia do Ecomuseu é reforçar as crianças e segmentos da sociedade a importância dos cuidados com o meio ambiente.
O nome foi dado ao Ecomuseu em uma homenagem ao grande estudioso Jorge Baleeiro de Lacerda, que levou o nome de Francisco Beltrão e de todo o Sudoeste para o Brasil inteiro. Jorge foi um grande estudioso também das questões ambientais.
Durante a semana o Ecomuseu recebe visitas escolares onde as crianças participam de aulas de educação ambiental dentro do auditório e posteriormente fazem a visita guiada ao museu. Na parte externa é possível conhecer o processo de produção do viveiro municipal e fazer o percurso da trilha ecológica que possui 900m.
Fonte: Prefeitura de Francisco Beltrão
FOZ DO IGUAÇU
Ecomuseu Itaipu
Avenida Tancredo Neves, 6.702
Telefones: (45) 3198-1800 | 99131-9119
Visitação: De quartas a segundas-feiras, das 8h30 às 16h. Necessário cadastro de visitação por meio de formulário na recepção.
O Ecomuseu da Itaipu é o espaço onde é possível conhecer o patrimônio cultural, a memória e a história da região onde a usina foi implantada. Ali são preservados mais de 40 mil itens que compõem coleções de zoologia, geologia, botânica, arqueologia, etnografia e história, patrimônios culturais representativos da região e do País.
Fonte: Itaipu Binacional
Tour Virtual: https://lindeiros.org.br/360/ecomuseu_itaipu_binacional
Museu de Cera Foz do Iguaçu Dreamland (Complexo Dreams Park Show)
Avenida das Cataratas, nº 8.100
Telefone: (0800) 200-2019
Atualmente, são cinco atrações: Dreamland Museu de Cera, Maravilhas do Mundo, Vale dos Dinossauros, Dreams Ice Bar e o Dreams Motor Show, que tem também o Magic Dinner Show, nosso novo espetáculo opcional com rodízio americano incluso.
O Eco Park Foz é um segundo parque, que fica a 600 m do Dreams Park Show, com uma proposta de conscientização e educação ambiental. Lá estão inclusas várias experiências, como a Fazendinha, o Viveiro de imersão das Aves, com animais resgatados, é onde se assiste a apresentação do Treinament em liberdade dos cavalos, e o Voo das Aves de Rapina, como falcões, corujas, urubus, entre outros, além da Floresta dos Primatas, o único viveiro em imersão com primatas.
Em breve, serão inauguradas mais três atrações no Dreams Park Show e mais duas no Eco Park Foz.
Fonte: Complexo Dreams Park Show
GUAÍRA
Museu Municipal Sete Quedas
Visitação: De terças-feiras a sábados, das 9h às 12h e das 14h às 17h
Telefone: (44) 3642-9998
Prédio construído no início do século XX pela Cia. Matte Larangeira, colonizadora do município de Guaíra, funcionou como sede administrativa da Cia já no início da segunda década de 1900. Edificado pelo americano Wilson Sidwell, que projetou o bairro de Vila Velha já com rede de esgoto (fato notável para a época), o prédio tem estilo inglês e mais de 100 anos.
Em 1944, o presidente Getúlio Vargas veio a Guaíra conhecer o trabalho da Matte Larangeira, cujas terras arrendadas compreendiam boa parte do estado de Mato Grosso do Sul e também nesta região Oeste do Paraná. Vargas, um nacionalista, não gostou do que viu. Por aqui não se falava português e a empresa operava como um Estado dentro do Estado. Tão logo chega ao Rio de Janeiro, Getúlio promove a nacionalização dos bens da empresa, incluindo a linha férrea que ligava Guaíra a Porto Mendes. Ele cria, então, o Serviço Nacional da Bacia do Prata, uma autarquia federal. A sigla SNBP, grafada na única locomotiva exposta como memória da ferrovia guairense, e também na porta de entrada do Museu, refere-se à autarquia getulista.
Com a encampação, os funcionários da Matte passam então a ser servidores federais. Posteriormente, Juscelino Kubitschek extingue a autarquia e remaneja os servidores para outros órgãos federais.
Patrimônio municipal, o prédio também serviu de sede para o antigo INPS (atual INSS). Após um bom tempo abandonado, a edificação foi restaurada em 2007 para abrigar o Museu Municipal Sete Quedas, cujo acervo conta a rica história de Guaíra. Abriga artefatos indígenas centenários, animais taxidermizados, fotos de época e também utensílios da Matte Larangeira. Além do prédio em si, no Museu se encontra a Cruz de Caravaggio, símbolo de ferro encontrado no sítio arqueológico de Ciudad Real del Guahyrá e que tem mais de 500 anos.
GUARAPUAVA
Museu Visconde de Guarapuava
Rua Visconde de Guarapuava, 288 | Centro
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h às 12h e das 13h às 17h
O Museu Municipal Visconde de Guarapuava está localizado no centro da cidade (de Guarapuava) e apresenta um acervo sobre a história do município, contendo também objetos utilizados pelas tribos indígenas que anteriormente habitavam a região.
Quanto ao edifício onde o museu está instalado, não se sabe ao certo sobre sua origem, mas supõe-se que a casa foi construída na primeira metade do século XIX. Foi a residência de Antônio de Sá Camargo, Visconde de Guarapuava, ilustre nome da vida pública paranaense, nascido em 1807 na cidade de Palmeira e falecido nessa casa no ano de 1896. Fazendeiro abastado, contribuiu para o desenvolvimento da região, auxiliando empresas pioneiras de navegação do Rio Iguaçu, além de fundar instituições sociais e culturais em Guarapuava e Curitiba. Pelos serviços prestados ao Paraná, pelos cargos públicos exercidos e pelo apoio financeiro e político dado ao governo imperial durante a Guerra do Paraguai, foi agraciado com o título de barão e, mais tarde, com o de visconde.
Fonte: Prefeitura de Guarapuava
IBIPORÃ
Museu Histórico e de Artes de Ibiporã (MHAI)
Avenida Dom Pedro II, nº 368 | Centro
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h às 13h e das 14h às 16h
Telefones: (43) 3178-0215 | 3178-0216
O acervo do Museu é composto de aproximadamente 15 mil fotografias em papel e mais de 80 mil em formato digital. Por meio deste acervo pode-se ter o conhecimento sobre diversos temas relacionados à memória do município e observar as transformações da cidade desde seu início: a chegada dos pioneiros e colonos, a construção da estação ferroviária e da linha férrea, as primeiras casas de madeira, o desenvolvimento urbano e cultural do município, os costumes, entre outros aspectos.
Além do acervo fotográfico, o MHAI tem a custódia de objetos históricos, como ferramentas, objetos de diferentes décadas, livros, documentos e escrituras, discos, fitas de vídeo, DVDs, jornais, moedas, cédulas, entre outros.
Fonte: Secretaria de Cultura e Turismo de Ibiporã
Museu do Café de Ibiporã
Avenida Prefeito Mário de Menezes, 1.113
Telefone: (43) 3178-8429
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h às 12h e das 13h às 16h30
O atual Museu do Café funciona no prédio da antiga estação ferroviária de Ibiporã, inaugurada em 1936, que foi o marco de chegada da maior parte dos pioneiros que vieram para o município.
O prédio, tombado pela Coordenadoria do Patrimônio Histórico do Estado do Paraná, em 2001, foi restaurado por meio de um projeto do governo municipal de Ibiporã, realizado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, com o objetivo de resgatar a memória e reverenciar a identidade local. No dia 27 de abril de 2012, foi inaugurado o Museu do Café de Ibiporã, integrando a Rota do Café.
O Museu do Café faz parte do Complexo Socioeducativo, Turístico e Cultural de Ibiporã, que abriga também as casas histórias dos ferroviários que trabalhavam na estação, o Auditório “Pioneiros” e as sedes das Secretarias Municipais de Educação e de Assistência Social. O Museu do Café tem por finalidades recuperar, preservar e divulgar a história de Ibiporã, com base na história cafeeira, que foi o grande impulso para o desenvolvimento da cidade.
O Museu do Café foi montado com a colaboração de pioneiros que fizeram a doação ou empréstimo de materiais, ferramentas e fotografias para a exposição permanente “Café: Nossa História”, que conta com fotografias que retratam famílias pioneiras, grandes propriedades de café do município e a maneira do cultivo do café, desde o plantio até o transporte das sacas. A galeria conta ainda com objetos do cotidiano dos cafeicultores, como rastelos, torradores, moedores, peneiras, utensílios domésticos, entre outros.Outra exposição permanente do local é a “Estação Ferroviária de Ibiporã” – que retrata em painéis fotográficos todas as fases importantes da estação, de 1936 aos dias atuais.
Fonte: Secretaria de Cultura e Turismo de Ibiporã
JACAREZINHO
Museu de Arte e Cultura Popular do Norte do Paraná
Avenida Marciano de Barros, nº 700
Telefones: (43) 3525-0825
Visitações: Diariamente, das 8h às 12h e das 13h às 18h
Promove o reconhecimento, a valorização e a preservação do patrimônio cultural da região nordeste do Paraná, sobretudo das manifestações culturais populares.
Fonte: Museu de Arte e Cultura Popular do Norte do Paraná
JAGUARIAIVA
Museu Histórico Municipal Conde Francisco Matarazzo
Rodovia Senador Flávio C. Guimarães – PR 151 – KM 213
Telefone: (43) 3535-4226 | 3535-1200 | 3535-7935 | 3535-9370
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30
Construído em 1924 e foi residência de passagem da família Matarazzo. Atualmente abriga o museu que conta a história desta fase histórica no município e abrigou diversas exposições itinerantes desde 2009.
Fonte: Portal Campos Gerais do Paraná
LAPA
Museu da Moda Ney Souza (Museu da Moda)
Visitação: De terça-feira a domingo: das 9h às 12h e das 13h30 às 17h
Casa onde nasceu Ney Amintas de Barros Braga, governador do Paraná, senador e ministro de Estado. Em 1979, depois de restaurada, a casa foi entregue ao município da Lapa e passou a funcionar como biblioteca pública.
Atualmente a casa abriga o Museu da Moda, espaço que conta história através da moda, desde os anos 1500 (descobrimento do Brasil) até os anos 2.000 (atualidade). Tendo em seu acervo completo 5.000 mil itens, dentre eles 60 trajes completos e outros acessórios de Moda. Estes itens foram concedidos pelo renomado estilista Nei Souza.
Fonte: Lapa Turismo

Museu Histórico da Lapa
Visitação: De terça-feira a domingo: das 9h às 12h e das 13h30 às 17h
O Museu Histórico da Lapa possui um rico acervo, seu interior guarda gravuras e objetos que relembram a guerra travada durante 26 dias na Lapa e reconstitui o leito de morte do herói daqueles combates. Durante o Cerco da Lapa, o local foi usado como casa pelo médico Dr. João Cândido Ferreira e também como enfermaria. Na primeira sala do prédio há o cenário real da morte do General Carneiro, com a marquesa ocupada por ele, que foi ferido no dia 7 de fevereiro e veio a falecer no dia 9 de fevereiro de 1894. Um fragmento do cobertor usado pelo General fica numa vitrine exposto, e, ao lado da marquesa, a valise do Dr. João de Menezes Dória. Médico Federalista, passam a sensação de que tudo acabou de acontecer. Na parede, o quadro “A Morte do General Carneiro”, do conceituado pintor Theodoro de Bonna, retrata este momento. O museu guarda objetos pessoais do General Carneiro, como a carabina, a espada, o diário, as medalhas, selos em sua homenagem e o lenço manchado com seu sangue.
Fonte: Lapa Turismo

Museu de Armas
Visitação: De terças-feiras a domingo, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h
A Casa de Câmara e Cadeia segue o partido arquitetônico tradicional: edifício isolado, tendo no pavimento térreo celas com portas e janelas dotadas de grades de ferro e um pátio central e, no superior as instalações da Câmara Municipal. O edifício foi concluído em 1868, pelo engenheiro Francisco Therésio Porto. Funciona hoje como Museu de Armas no térreo com aproximadamente 600 peças doadas em 2015 pelo Sr. Osires Stenghel Guimaraes e no andar superior funciona como Câmara de Vereadores.
Fonte: Lapa Turismo

Museu da Erva-Mate
Rua Octávio José Kuss, nº 800
Visitação: com agendamento prévio
Telefone: (41) 3622-1303
Primeiro engenho da cidade, foi fundado em 1879, mas inaugurado somente em 1884. Naquele período, a erva-mate era o centro das atividades econômicas da Lapa e região. Para guardar parte da história desse período e valorizar a arte do chimarrão, foi criado o Museu do Mate. Ele exibe peças, materiais utilizados na produção e transporte da erva, objetos pertencentes aos tropeiros que transportavam a erva e utensílios de plantio e colheita, além de fotos e artefatos necessários para servir o chimarrão e o chá-mate.
Fonte: Lapa Turismo
Casa da Memória (Casa dos Cavalinhos)
Visitação: De terças-feiras a domingo, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h
Construída em 1888, a Casa da Memória é conhecida como Casa dos Cavalinhos. Depois de um sonho com cavalos alados, o primeiro morador da casa teria apostado na loteria imperial e ganho o prêmio máximo. Depois disso, construiu a casa com cavalos alados esculpidos na fachada. O espaço foi restaurado recentemente é um museu e conserva os documentos históricos da cidade.
Fonte: Lapa Turismo
Casa Vermelha (Museu dos Tropeiros)
Esquina das Ruas Barão Rio Branco e Hipólito Alves de Araújo
Visitação: De terças-feiras a domingo, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h
Considerada pelos lapeanos como a primeira casa da cidade, construída no sistema de “Taipa” ou “Pau a pique” (fato que pode ser observado pelos turistas em um recorte feito na parede), feita justamente para atender aos tropeiros como armazém de secos e molhados.
Uma das últimas moradoras da casa, conhecida como Nenê Pires, conservava com esmero os ambientes sempre em tom rosa e mantinha o assoalho vermelho e reluzente. O tom rosa forte que era usado na pintura da casa nas últimas décadas causou o nome com que ela é hoje conhecida, “Casa Vermelha”. Do jardim sempre florido, resta ainda hoje um cedro centenário plantado em 1901 pela mãe de Dona Nenê Pires.
Abriga hoje, além do acervo do museu dos tropeiros, a sala da congada e o Centro de Artesanato Aloisio Magalhães, em homenagem àquele que deu a Lapa grande auxílio na restauração dos casarios.
Fonte: Lapa Turismo
Casa Lacerda
Visitação: De terças-feiras a domingo, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h
Telefone: (41) 3218-7040
O casarão, que serviu de residência da família Lacerda, foi construído entre os anos 1842 e 1845. Na casa, foi assinada a Ata de Capitulação da Lapa, durante a Revolução Federalista de 1894. Quem visita a Casa Lacerda pode se imaginar vivendo no século XIX. A preservação do mobiliário e as memórias de família são um convite a essa viagem ao passado.
Fonte: Lapa Turismo

LONDRINA
Museu Histórico de Londrina Padre Carlos Weiss
Rua: Benjamin Constant, 900 | Centro
Telefone: (43) 3371-1975
Visitação: De terças a sextas-feiras, das 9h às 17h30, aos sábados, das 9h às 17h e aos domingos, das 13h às 17h
Temporariamente fechado para reformas.
O Museu Histórico de Londrina “Pe. Carlos Weiss” iniciou suas atividades em 1970, nos porões do Colégio Hugo Simas, por iniciativa de professores e estudantes do Curso de História. No ano de 1974 transformou-se em Órgão Suplementar da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e em 1986 passou a ocupar o prédio da antiga Estação Ferroviária de Londrina. O Museu Histórico de Londrina desenvolve ações para salvaguarda do patrimônio histórico, subsidia atividades acadêmicas na UEL, serve como campo de estágio para diversos cursos e constitui-se em espaço dinâmico para movimentos e ações culturais e educativas da cidade e região, promovendo a reflexão crítica da experiência histórica por meio de atividades acadêmicas, sociais, científicas, tecnológicas e culturais.
O Museu Histórico de Londrina desenvolve ações para salvaguarda do patrimônio histórico, fruição, ensino/pesquisa/extensão e ações culturais.
Fonte: UEL
Museu de Arte de Londrina
Rua Sergipe, nº 640 | Centro
Telefone: (43) 3337-6238
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 13h às 18h
O prédio do Museu de Arte de Londrina foi construído para sediar a quarta rodoviária da cidade. Projetada pelos arquitetos Vilanova Artigas e Carlos Cascaldi, a construção foi iniciada em 1948 e finalizada em 1952. O edifício foi tombado em 1974 como o primeiro prédio público de arquitetura moderna do Paraná.
Em 2021 foi tombado como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
O Museu disponibiliza três espaços expositivos e o pátio para a realização de eventos culturais, como exposições de arte e patrimônio histórico, lançamentos de publicações, atividades formativas e apresentações nas áreas de arte e cultura.
Fonte: Londrina Cultura
Museu do Café
Rua Sergipe, 52 | Centro
Atendimento: Terça a Sexta-feira, das 9h às 21h, e aos sábados e domingos, das 9h às 18h.
Telefone: (43) 3572-7700.
Inaugurado em agosto de 2023, o Museu do Café está localizado no prédio anexo à unidade Sesc Londrina Cadeião. Com uma área de 1.014,62m2, o museu ocupa o antigo prédio da 10ª Subdivisão Policial – construído na década de 1960, auge da produção cafeeira paranaense.
Nos dois andares do edifício os visitantes conhecem a história cafeeira de forma versátil, moderna e dinâmica. Trata-se de um grande centro cultural com biblioteca, salas de cursos, espaços de convivência e artes, pensado para preservar a memória da cultura cafeeira e do patrimônio histórico, lugar de informações contemporâneas, exposições, eventos, experimentações e vivências. Além disso, há toda a estrutura da unidade do Sesc Londrina Cadeião e do Café-escola do Senac.

MARINGÁ
Museu da Bacia do Paraná
Avenida Colombo, nº 5.790 | Bloco Q02 | Jardim Universitário
Visitação: De segunda a sexta-feira, das 8h às 11h15 e das 13h às 16h40
O Museu da Bacia do Paraná é um lugar de memória e referência das narrativas sobre as histórias da população de Maringá. Possui no acervo fotografias, peças indígenas e utensílios agrícolas e domésticos doados por moradores da cidade.
Fonte: Secretaria de Cultura do Paraná
Museu Unicesumar História de Maringá
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h30 às 12h15 e das 14h às 17h30 e, aos sábados, das 8h às 12h
Telefone: (0800) 600-6360
A Universidade UniCesumar entende a importância e a necessidade de se investir em projetos culturais, tornando-se, assim, agente promotor de educação para a sociedade. O Museu Unicesumar, inaugurado em outubro de 2011, foi criado para contar e conservar a história de Maringá e de seus pioneiros. Trata-se de um museu multidinâmico que reúne a história, aliada à tecnologia, para relatar o desenvolvimento da cidade desde o seu surgimento até os dias atuais, a partir de quatro unidades que se complementam.
Fonte: Unicesumar
Casa do Pioneiro
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h30 às 12h15 e das 14h às 17h30 e, aos sábados, das 8h às 12h;
Telefone: (0800) 600-6360
A Casa do Pioneiro, construída originalmente em 1953, preserva as construções e hábitos dos colonizadores. Está decorada com móveis da época e agrega também mais de 180 peças antigas doadas por pioneiros. Alguns objetos interessantes daquele tempo podem ser observados dentro da casa: há aparelhos de rádio, telefone, máquinas de costura, ferro de passar roupa, louças e peças de roupas, entre outros. Pertenceu à família do pioneiro Shozo Arai e localizava-se na rua Guarani, no Maringá Velho, onde teve início a colonização da cidade. Foi restaurada e transferida para o campus da Unicesumar, onde se mantém preservada e aberta à visitação da comunidade. Na parte externa da casa, esculturas representam o trabalhador do campo, que, no retorno de sua lida, tem a família à sua espera.
Fonte: Unicesumar
Tulha Cafeeira
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h30 às 12h15 e das 14h às 17h30 e, aos sábados, das 8h às 12h
Telefone: (0800) 600-6360
A Tulha da Cafeeira Santo Antônio é um marco da cafeicultura no passado. A edificação em madeira peroba é do ano de 1949 e foi construída na avenida Mauá, uma das mais tradicionais da cidade. Esteve sob o domínio da Companhia Melhoramentos do Norte do Paraná de 1965 a 1980, quando esta encerrou suas atividades. Foi transferida para a Unicesumar para preservação da história do café na cidade e possui no seu interior objetos, painéis fotográficos e cenários que relembram o ciclo da cafeicultura.
Fonte: Unicesumar
Espaço do Automóvel
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h30 às 12h15 e das 14h às 17h30 e, aos sábados, das 8h às 12h
Telefone: (0800) 600-6360
Nessa unidade específica, o Espaço do Automóvel expõe exemplares de carros utilizados nas décadas de 50, 60 e 70, cuidadosamente preservados. Dessa forma, o visitante poderá visualizar mais de perto a vida cotidiana no início da cidade.
Fonte: Unicesumar
Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI)
Visitação: De terças a sextas-feiras, das 8h30 às 11h e das 14h às 17h e, aos domingos, das 14h às 17h
Telefones: (44) 3011-4930 | 3011-4940
O Museu Dinâmico Interdisciplinar da Universidade Estadual de Maringá conta com uma grande equipe de monitores, bolsistas, voluntários, servidores técnicos e professores da UEM.
Memorial Kimura
Floriano – Distrito Industrial II
O Memorial Kimura, localizado no distrito de Floriano, em Maringá, homenageia a família Kimura, pioneira na agricultura local e fundamental para o desenvolvimento da região.
O espaço preserva a história da imigração japonesa e suas contribuições para a cidade, exibindo objetos, fotos e documentos históricos.
O memorial é um símbolo de respeito à cultura japonesa e ao legado dos imigrantes que ajudaram a construir Maringá.
Fonte: Maringá em Sinais
PALMAS
Museu Histórico Municipal Professor José Alexandre Vieira
Rua Bispo Dom Carlos, 122 | Centro
Telefone: (46) 3263-7061
PALMEIRA
Museu Histórico de Witmarsum
Telefone: (42) 98425-3021
Visitação: Às quintas e sextas-feiras, das 13h às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h
A Colônia Witmarsum no Paraná é detentora de uma trajetória histórica única. A comunidade é formada por descendentes menonitas, um grupo étnico religioso que surgiu na região da Frísia (países baixos) em 1525. Após quase 500 anos, nos quais diversos processos migratórios ocorreram motivados principalmente por intolerância religiosa, os Menonitas por fim se estabeleceram no Brasil vindos da Rússia.
Apesar de o grupo ter passado por diversos países, as características iniciais como a religião, o pacifismo, a organização em forma de comunidades e a língua originária dos países baixos mantiveram-se quase intactas, sendo hoje uma comunidade com aspectos únicos no Brasil.
Fundado em 15 de setembro de 1989 o Heimat Museum surgiu como uma iniciativa da comunidade para preservar a história local. Situado na Sede da antiga Fazenda Cancela, uma casa tombada como patrimônio histórico do Estado do Paraná, o museu vem atraindo um número crescente de visitantes devido a um trabalho em parceria com diversas instituições de ensino que trazem seus estudantes para aprender sobre a cultura local, além de um número cada vez maior de turistas que circulam, principalmente, aos finais de semana. O Heimat Museum recebe em média 12.000 visitantes por ano.
Fonte: Associação Comunitária dos Moradores Proprietários de Witmarsum

PARANAGUÁ
Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE)
Rua XV de Novembro, 575 | Centro Histórico
Visitação: De terças a domingos, das 8h às 20h
O Museu de Arqueologia e Etnologia está instalado no antigo Colégio dos Jesuítas, em Paranaguá. Após a guarda do edifício ser confiada à Universidade Federal do Paraná, em 1958, o professor José Loureiro Fernandes, à época catedrático de Antropologia da Universidade, passou a organizar o Museu de Arqueologia e Artes Populares. Após alguns anos de reformas e restauro no edifício, o museu foi instituído através de uma resolução expedida pelo Conselho Universitário em 26 de janeiro de 1962. Sua inauguração, no entanto, só ocorreu no dia 29 de julho de 1963, propositalmente no mesmo dia e mês de fundação da cidade de Paranaguá.
A proposta de Loureiro Fernandes para o museu estava centrada na recuperação das tradições populares e na divulgação das pesquisas em arqueologia, que estavam em pleno desenvolvimento no Paraná no período de fundação do museu. Essa proposta inicial permaneceu até o ano de 1992, quando o museu sofreu modificações em sua estrutura e passou a denominar-se Museu de Arqueologia e Etnologia de Paranaguá – MAEP; no ano de 1999 o museu teve novamente seu nome alterado para Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná – MAE.
Entre 2002 e 2009 o MAE passou por um processo de revitalização, envolvendo várias ações: o restauro do Monumento; a criação da Reserva Técnica em Curitiba, para onde, por questões, sobretudo técnicas, foi trasladado o acervo; a inauguração da Sala Didático-Expositiva; e a reformulação das prioridades e formas de atuação do museu. Desde então o MAE organiza suas ações a partir da articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão. Na interface social, o MAE busca a garantia de consonância entre as políticas institucionais e as políticas públicas no que respeita à inclusão, à transparência, à preservação e à educação patrimonial, e a dedicação ao fortalecimento da cidadania.
Fonte: MAE
Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Paranaguá
Rua: XV de Novembro, 621
Telefone: (41) 98762-7191
PARANAVAÍ
Museu Histórico de Paranavaí
PATO BRANCO
Museu da Imagem e do Som Frei Policarpo
Rua: Ararigbóia, 1.909 | La Salle
Telefone: (46) 2101-2244
Visitação: mediante agendamento: secretaria@redecelinauta.com.br
Inaugurado em 9 de setembro de 2022, contou com a participação dos colaboradores e comunicadores das emissoras que compõem o grupo. O acervo do memorial conta com mais de 130 peças, documentos e equipamentos que fizeram parte da comunicação sudoestina.
O nome dado ao memorial busca homenagear um dos principais precursores da comunicação pato-branquense e regional, o visionário da comunicação, Frei Policarpo Berri (1924 – 2020).
Fonte: Portal Celinauta
Museu Histórico José Zanella
Rua Benjamin Borges dos Santos, 1.121 | Fraron
(46) 3220-6026
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 8h às 17h30
Espaço dedicado a preservação e a valorização da memória cultural local, o museu homenageia em seu nome o pioneiro José Zanella e abriga um rico acervo de objetos históricos , fotografias, documentos, e e maquinas agrícolas que ilustram a história e desenvolvimento da região.
Fonte: Museus BR
PONTA GROSSA
Museu Campos Gerais
Rua: Engenheiro Schamber, 686 | Centro
Telefone: (42) 3220-3470
Visitação: necessário agendamento pelo e-mail museucamposgerais@uepg.br
No final da década de 1940 um grupo de intelectuais radicados em Ponta Grossa fundou o Centro Cultural Euclides da Cunha. Entidade que tinha com suas principais preocupações discutir questões culturais, históricas e identitárias envolvendo Ponta Grossa, os Campos Gerais e o Brasil, o Centro contava entre seus integrantes com professores, jornalistas, advogados, médicos, padres, farmacêuticos, músicos eruditos, etc.
No ano de 1948, um grupo de militantes filiados ao Centro Cultural iniciou uma campanha para a criação de um museu histórico. Naquele momento apenas as capitais brasileiras e algumas poucas cidades do interior contavam com faculdades ou universidades, e os museus eram vistos como espaços essenciais para disseminação da ciência, do conhecimento histórico, da cultura e da erudição. Naquele mesmo ano, tendo como local a sede do Centro Cultural, Ponta Grossa passou a contar com um pequeno museu que se estruturou a partir de duas sessões: a de arqueologia e cultura material indígena e a de história natural. Essas coleções foram constituídas a partir do intercâmbio existente entre os membros do Centro Cultural Euclides da Cunha com intelectuais vinculados a outras instituições de natureza similar espalhados pelo território brasileiro.
Pouco depois, em 1950, mesmo ano de criação do Museu Campos Gerais, um decreto estadual autorizou a criação da Faculdade de Filosofia de Ponta Grossa (FAFI). Coincidentemente, muitos dos integrantes do Centro Cultural foram convidados para fazer parte do corpo docente da Faculdade e acabaram propondo que o museu fosse cedido (em termos legais e de estrutura) para a nova Faculdade, fato que ocorreu nesse mesmo ano. Como a FAFI funcionava improvisada no Colégio Regente Feijó, maior escola pública de Ponta Grossa na época, não existia uma sala específica para abrigar as coleções do museu e as mesmas ficaram expostas nos corredores do educandário. Mais tarde, em 1969, um decreto estadual criou a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), instituição que incorporou a estrutura da Faculdade de Filosofia e, portanto, o museu.
Apesar de funcionar em prédio próprio, inicialmente a UEPG não dispôs uma sala ou espaço específico para abrigar o museu, neste momento já vinculado ao Departamento de História da instituição. Somente no ano de 1983, após o prédio histórico do Fórum ter sido repassado pelo poder judiciário à UEPG é que o museu se estruturou em uma sede física própria e recebeu a denominação que possui até hoje: Museu Campos Gerais.
Até 2003 o Museu funcionou no prédio do primeiro Fórum de Ponta Grossa cedido pelo Poder Judiciário. Por conta da má conservação do imóvel houve a necessidade de sua transferência para uma construção que pertence ao banco Itaú e que foi cedido em comodato para a UEPG.
Fonte: Museu Campos Gerais
Museu de Ciências Naturais da Universidade Estadual de Ponta Grossa (MCN)
Avenida General Carlos Cavalcanti, 4.748 | Uvaranas
Telefone: (42) 3220-3024
Visitação: De segundas a sextas-feiras, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30
espaço expositivo de um importante acervo e palco para a integração de pesquisa, ensino e extensão no que se refere às ciências de natureza.
A riqueza e a diversidade do patrimônio natural/cultural do município de Ponta Grossa e da região dos Campos Gerais são reconhecidas em diversas publicações científicas, mas raramente essas informações chegam ao público geral ou, até mesmo, aos diferentes públicos universitários. O MCN é a primeira instituição desta categoria na região dos Campos Gerais do Paraná e exerce uma importante função na preservação, pesquisa e exposição do patrimônio natural e cultural locais e regionais.
Por estar instalado dentro de uma instituição pública, sua ação favorece a democratização do conhecimento e do acesso a acervos raros, aproximando a comunidade da universidade. O MCN é uma espécie de vitrine da ciência produzida na UEPG e conecta a pesquisa e o conhecimento do meio natural com a sociedade, cada vez mais urbana e distante da natureza, o que pode promover uma conscientização ambiental profunda, entre outras facetas necessárias para a evolução humana.
Fonte: Universidade Estadual de Ponta Grossa
Museu Cenas de Ponta Grossa (Digital)
Contato: contato@museucenasdepontagrossa.com.br
Telefone: (42) 3226-6754
O Museu foi criado com a proposta de integrar as comemorações dos 200 anos de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, com uma ampla ação de preservação da sua memória e valorização da identidade cultural local. Configurado em formato digital, o Museu se apresenta como um grande álbum do município, retratando sua trajetória e sou cotidiano ao longo dos últimos dois séculos.
Fonte: Museus BR
Mini Museu Ferroviário Francisco Búrzio
Rua Fernando Pinheiro, 77 | Centro
Telefone: (42) 3220-6150
Atendimento: de Terça a Sexta-feira, das 9h às 21h e aos fins de semana, das 9h às 18h.
O Museu Ferroviário Francisco Búrzio, em Ponta Grossa, preserva a memória da era dos trens por meio de peças históricas e doações da comunidade, ressaltando a importância desse período para o desenvolvimento local. A visitação é gratuita e pode ser agendada com opção de tour guiado.

RESERVA DO IGUAÇU
Museu Regional do Iguaçu
Telefone: (42) 3621-5775
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 17h.
O Museu Regional do Iguaçu, criado em 2000 e mantido pela Copel, está situado junto à Usina Hidrelétrica Governador Ney Braga, às margens do maior rio do Paraná. O esupaço se dedica à preservação e conservação de elementos que narram a história da região Centro-Sul do estado.
RIO NEGRO
Museu Histórico Professora Maria José França Foohs
Rua Juvenal Ferreira Pinto, 2.070 | Seminário
Atendimento: Segunda à sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h. Aos fins de semana e feriados, das 9h às 17h.
ROLÂNDIA
Museu Histórico Municipal
SÃO JOSÉ DOS PINHAIS
Museu Municipal Atílio Rocco
TIBAGI
Museu Histórico Desembargador Edmundo Mercer Junior (MEMJ)
Praça Edmundo Mercer
Telefone: (42) 3916-2189
Museu Casa do Colono
Museu etnográfico localizado no Parque Risseti, em Tibagi. O intuito é mostrar a casa, hábitos e costumes dos imigrantes europeus, além da atividade tropeira.
TOLEDO
Museu Histórico Willy Barth
Rua Guarani, nº 3.843 | Vila Becker
Telefone: (45) 3196-2465 | 3196-2466
Visitação: De terças a sextas-feiras, das 8h às 11h45 e das 13h30 às 17h30 e, nos primeiros sábados de cada mês, das 13h30 às 17h30
O museu oferece aos visitantes exposições permanentes, temporárias e itinerantes. Possui acervo documental como jornais, revistas, mapas, setor de imagem e som, bem como acervo de entrevistas com pioneiros e personalidades.
O Museu Histórico Willy Barth foi criado pela Lei Municipal nº 834 de 23 de Agosto de 1976 e nomeado no mês seguinte em homenagem ao pioneiro, colonizador e prefeito de Toledo, Willy Barth.
O museu conta com diversas atrações, desde exposições permanentes, temporárias e itinerantes de arte e história.
Fonte: Prefeitura de Toledo
UNIÃO DA VITÓRIA
Parque Histórico Iguassú
Colônia Porto Almeida
Telefone: (42) 99975-0238
O Parque Histórico de União da Vitória, localizado a 29 km do centro da cidade, retrata a ocupação e o desenvolvimento do Centro-Sul do Paraná. No espaço chamado “Caminho do Tempo”, os visitantes percorrem ambientes que reconstituem desde a presença indígena (guaranis e caingangues), passando por expedições militares e casas de caboclos, até as imigrações e ciclos econômicos da região, como o tropeirismo, a erva-mate e a madeira.
Fonte: Parque Histórico de União da Vitória

